- Queridas nuvens terrenas, para acessar as regiões mais elevadas da atmosfera é preciso despojar-se do excesso de umidade, liberando com desapego parte das gotículas que obsecadamente carregais em vossas almas demasiadamente densas. Toda nuvem tomada por vapor d'água está fadada a planar razante, sujeitando-se aos pungentes montes da dor. Purificai vosso aspecto opaco e tenebroso com a brancura das nuvens superiores que circulam acima dos horizontes marcados por conflitos e tempestades. Enfim, sereis livres quando compreenderem que toda água da qual se faz objeto de cobiça neste mundo grosseiro não vos pertence, pois cedo ou tarde sereis obrigadas a devolvê-la à Terra, a única detentora dos recursos hídricos.
Moral da História: O indivíduo é livre na proporção em que consegue se despojar do supérfluo e dos excessos, como a nuvem suave que, após liberar a chuva, aprendeu a ser leve e deslocar-se como nunca antes.
''O homem sábio rejeita o excesso, rejeita a prodigalidade, rejeita a grandeza''. (Lao-Tsé).
Moral da História: O indivíduo é livre na proporção em que consegue se despojar do supérfluo e dos excessos, como a nuvem suave que, após liberar a chuva, aprendeu a ser leve e deslocar-se como nunca antes.
''O homem sábio rejeita o excesso, rejeita a prodigalidade, rejeita a grandeza''. (Lao-Tsé).