Deleitava-se na maior e mais confortável folha do jardim a ditosa joaninha quando o rude percevejo a repeliu com um fedor insuportável. Pouco tempo depois o arrependimento o fez devolver o abrigo da joaninha, que por sua vez o perdoou. Porém, amanhecendo, ela lhe diz:
- Recebeste a graça da remissão, agora vá e traga-me a folha mais verde que encontrar, até o pôr do sol!
E assim, para sempre, a joaninha propagou pelos quatro cantos da Terra que fora piedosa com quem, segundo ela, não era digno de sua clemência.